O primeiro plano das relações românticas

É só começar a namorar ou casar que todas as outras relações passam para segundo ou terceiro plano. Encontrei o amor da minha vida, espera aí que agora ele(a) é prioridade. Construí minha família, não tenho mais tempo para amizades. É tipo uma hierarquia dos afetos.

Vai dizer que isso nunca aconteceu com você? Ou acontece? Na nossa cultura, temos a tendência a colocar as relações românticas antes de todas as outras relações. O matrimônio, por exemplo, vem na frente de uma amizade de infância.

Existem amigos e amigas que vivem juntos há anos e não têm nenhum direito, só se assinassem um papel mentindo que possuem um relacionamento tradicional. Tem tantas mães solos por aí que têm seus amigos como sua família. Mas nem elas nem seus círculos de apoio são reconhecidos como uma união estável.

Sempre entro em parafusos quando vejo minha vida afunilando para 2 ou 5 pessoas. A vida é muita gente! Vamos começar a pensar sobre de onde saiu esse negócio de colocar relações românticas no pedestal. Podemos, sim, ter relações sólidas e bem resolvidas com nossos(as) amigos(as).

Ah, não defendo neste texto relações livres ou digo não às relações tradicionais. Cada um faz o que deseja da vida. A defesa talvez seja em favor do valor da amizade. E sinalizo que precisamos entender como algumas coisas são impostas pra gente e nunca pensamos a respeito. Principalmente nós, mulheres.

Eu me vejo velhinha morando tipo numa comunidade com alguns amigos e parte da família, todos juntos. Já falamos sobre ser no Rio, Porto Alegre, Bahia, Chapada. Ou ficar mudando a cada estação. A certeza é de ter uma temporada de frente para o mar.

A inspiração desse texto veio a partir de uma recomendação de leitura que indico para vocês aqui.

Qual seu olhar sobre isso?

Publicado en español por Masticadores de Letras, miralo aquí.

Foto autoral. Caminhos de Brasília / Distrito Federal, 2020.

42 comentários sobre “O primeiro plano das relações românticas

  1. Pra mim creio que seja muito mais uma questão de cíumes e sentimento de posse do parceiro do que deixar os amigos de lado. Sempre fiz o papel do amigo que atrapalha o relacionamento, e na maioria das vezes a amizade não mudava em nada, mas as parceiras eram quem ficavam incomodadas e acabavam interferindo. Também já tive namoradas que se incomodavam com meus amigos, mas eu sinceramente nem ligava pra isso, e quando as coisas se esclareciam e cada um em seu devido espaço e tempo, geralmente tudo ficava bem entre todos nós.

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    1. E de onde vem esse ciúme? Por que desenvolvemos isso de achar que a pessoa que está com a gente é nossa? E aí a insegurança afasta os amigos na maioria das vezes. O tempo maior é para o namoro/casamento. Essa diferenciação que parece imposição, sei lá…

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  2. Hudson

    É verdade, Nicole, por diversos motivos, principalmente ciúmes, as relações românticas sufocam as amizades! Mas vejo outros motivos para o “esfriamento “ das amizades! Amizade é que uma planta que precisa ser regada e cuidada, senão murcha! É por isso que eu prezo tanto o contato com você e demais amigos do BC, mesmo restrito às mensagens nesses tempos difíceis!

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    1. Todas as relações precisam ser regadas, né? O negócio é que a gente tem a tendência de priorizar, desde o início, as relações de namoro/casamento em detrimento das outras. Acontece com praticamente todos nós e não sei porque fazemos isso… podia todos fazerem parte da nossa vida. Mas é realmente difícil… além de ciúme e posse, tem a falta de tempo, distância etc…

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  3. mariogordilho

    Também acho que não se deve estabelecer uma hierarquia rígida nisso, pois amigos são fundamentais na vida de cada um. Somos seres gregários por natureza, precisamos do contato com diversas pessoas de diversas personalidades para evoluirmos. Aliás, sou avesso a hierarquias rígidas tipo Exército, não há nada mais ultrapassado que isso atualmente. A vida a dois deve ser levada com liberdade, sem sentimentos de posse, afinal, as vidas anteriores ao relacionamento não morrem nem se congelam, seja com familiares ou amigos. Além disso, é muito legal, divertido, estar numa festa ou numa mesa de bar com seu parceiro(a) e outras pessoas trocando opiniões, rindo, interagindo, não dá pra transformar a vida num eterno encontro do casal, sob o risco de tornar esses encontros a dois, que são fundamentais, um mero compromisso social. Contudo, na minha opinião, é importante que o parceiro(a) não se sinta preterido(a) pelos programas com amigos ou familiares. Quando você demonstra ao parceiro(a) que é sempre mais agradável estar com os amigos ou familiares do que com o parceiro(a), o sentimento de rejeição, de ter se tornado uma espécie de “second best”, é inevitável. É um sinal de que há algo errado na relação. Acredito que seja possível compatibilizar as duas coisas, sem ferir os sentimentos do outro, buscando sempre o equilíbrio.

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    1. Será que o problema não está em separarmos uma coisa da outra? Porque não podemos simplesmente conviver com amigos, família, romances etc, sem amarras e divisões? Claro, respeitando tempos disponíveis, distâncias… mas sem essa gastura de ter que se dividir. Pra mim sempre foi uma gastura, confesso não saber lidar muito bem com isso!

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      1. mariogordilho

        Mas a divisão não é nem necessária nem desejável. Tudo se resolve com uma boa comunicação, fluida, transparente, empática. Com respeito aos limites do outro e uma boa dose de inteligência emocional envolvida. Desafiador, mas plenamente possível.

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  4. Boa noite, Nicole, amiga querida. Que bom que a internet nos uniu, é a prova de que sim, a internet está para ‘aproximar’ pessoas também.

    Tive relacionamentos que me fizeram pensar que o mundo era só a pessoa, larguei amizades, familiares e compromissos sociais pra ficar com alguém, achando que o mundo era assim.

    Mas aí veio a tal da voadora da vida e com ela aprendi que a vida, a alma, pede mais proveito de tudo que é bom, de tudo que viemos buscar.
    Hoje sinto mais liberdade para focar, do micro para o macro.

    O lance do funil, vejo acontecendo comigo, vão sobrando poucos e hoje não me preocupo tanto, porque busco o que é melhor para mim, tô focando na qualidade… Penso em futuramente viver em comunidade com seres gostem das coisas simples e benéficas da vida.

    Que seja Luz!

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    1. Você tocou em um ponto muito bom! Realmente tem o funil meio natural da vida, vão ficando quem a gente tem mais afinidade. O ruim, pelo menos pra mim, é quando rola uma pressão nos relacionamentos que te induzem a afunilar suas outras relações.

      Quando é o fluxo espontâneo da vida, concordo com você! É a melhor coisa. O que não se conecta vai e fica tudo mais leve.

      E viva o positivo da internet! Muita gente querida surgindo na caminhada virtual, como você! 💜🙏🏻

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      1. Quando vc diz “O ruim, pelo menos pra mim, é quando rola uma pressão nos relacionamentos que te induzem a afunilar suas outras relações.” também concordo, comigo aconteceu, e aí a gente tem que respirar e pensar que se algo será bom particular e socialmente, beleza. Agora se for bom apenas para uma das partes, não me conecto. Quando a decisão é boa para todes, quando é justa, aí aceito. Agora aceitar pressão só pra favorecer apenas um, não dá.

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  5. Concuerdo con todos, el sentido errado de que una persona pertenece a otra es una de la raíces de volvernos asociales y perder amistades que valen la pena. El principio de la libertad y una relación sana de pareja es permitir que amistades de años que sean buenas influencias claro está, sigan en la vida de cada quién ya que son esenciales para nuestra salud emocional.

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  6. Não sei. Não e minha realidade. Até porque sou de poucas pessoas. Sempre achei que há gente demais no mundo e não dou conta. Gosto de estar junto com quem gosto, mas não tolero multidões e sou aquela que se esquece das pessoas e se lembra de repente. Não sou de contato diário. Não sou presente sempre e adoro ser sozinha por um tempo, que pode ser uma vida inteira. E detesto ser cobrada ou exigida. Me aborrece e vou embora de vez. Não acredito nisso de alguém ser a vida do outro e acho que esse pedestal e uma falta de respeito consigo e com o outro também. Relações humanas, para mim, e para acrescentar e não sufocar. Opinião minha, claro. Meu modo de vida. Bacio

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    1. Sempre bom te ver por aqui, Lunna! Me identifico com seu prazer em também estar sozinha, sem muita gente. Adoro meus momentos comigo mesma. O ponto central do texto é esse pedestal que você menciona e como não é saudável. Mesmo aqueles que convivem com pouca gente, costumam priorizar a relação “namoro/casamento” e deixam as outras como outra opção. E é algo que nos parece imposto, no meu ponto de vista. Entra naquela lógica de: estuda, trabalha, namora, casa, tem filhos, aposenta e fim. Regras que condicionam nosso comportamento. Um beijo!

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  7. Relações são sempre complicadas pq nós temos o dom de complicar tudo ou quase tudo…acredito que relação e saudável quando a o respeito mútuo entre ambas as partes…exclusivismo e horrível,ciúmes faz parte mas ponderadamente…não e pq estamos em alguma relação seja ela namoro,amizade,matrimonio que viramos objeto do outro,digo isso em questão de relações tóxicas…vc conhece alguém,acaba tendo afinidade,gosta do jeito de ser dela(dele) e dps com a convivencia uma das partes começa a querer te mudar,mudar tudo aquilo que admirava em vc !! Nao entendo isso…o gostar,amar,naonpode se tornar obsessivo,possessivo,egoista,sufocante…se amas de verdade,cuida,queira o bm sem correntes,exigências…o Amor so existe quando compreendido que devemos amar e respeitar o outro e suas relações com a sociedade!!
    Boa tarde Nicole.bj

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    1. Que lindoooooo!!! Você é muito sabia, Renata!!! Adorei a parte que você disse que depois de um tempo tentamos mudar o outro, acredito que aí que começa a questão do exclusivismo e posse e muitas vezes nos afastamos sem pensar das nossas outras relações. São muitas regras sociais impostas pra gente e pensamos que é “normal”. Por isso tantos vivem relacionamentos tóxicos e abusivos. É difícil sair de uma vida em que todos dizem ser a “ideal”. Beijos, querida!!! Feliz pelo seu comentário. 🙂🌻

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      1. Obrigada pelo elogio Nicole…apenas acredito que relacionamentos no geral devem ser respeitados,o direito de ir e vir do outro,seu tempo p si mesmo,liberdade saudável nao com libertinagem,mas nunca nos esqueçamos que somos livres ainda que estejamos em compania de alguém que não usemos correntes!!
        Fica c Deus Nicole

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  8. Camila Soares

    Confesso que dá até vontade de mandar isso pra algumas pessoas. Estava pensando sobre isso esses dias. Sempre fui das que valoriza as amizades, fazer questão de nunca perder contato, a ponto até de encontrar minhas amigas escondido por namorado não gostar. Inclusive o reyler cansou de reclamar que quando você vinha pro Rio eu cagava na cabeça dele pra poder te encontrar, kkkkk. Mas enfim, como você disse é da nossa cultura com uma soma de medo, insegurança etc. Mas independente da maioria ser assim, continuo com o mesmo pensamento: Amores vem e vão, amizades são eternas!

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  9. elcieloyelinfierno

    Você precisa de uma resposta? É uma pena que ainda haja prisioneiros de mandatos sociais atrasados ​​e da era Paleozóica. Mas tudo é respeitável na casa do Senhor, ou em quem você acredita. Estou de acordo contigo; quando se trata de poliamor. Mas fundamentalmente, no meu humilde entendimento, ser livre é o que nos faz sentir autênticos e completos com nós mesmos, sem prejudicar ninguém. Não devemos estabelecer limites, porque sutilmente isso é feito tanto pela mídia quanto pela visão de uma parte da sociedade. Se houver “livre arbítrio”, como diz Spinoza; devemos sentir aquelas cócegas que nos fazem felizes por dentro, primeiro na alma e depois distribuí-la em nossa comunhão com os outros. Uma saudação cordial.

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    1. Aqui no Brasil os relacionamentos afetivos ainda são, muitas vezes, baseados no controle e possessividade. Por exemplo, dificilmente alguém que é casado viajaria sozinho com algum amigo. Parece que há uma obrigação em priorizar namoro/casamento em relação a todas as outras relações que temos na vida.

      Adorei o que você disse sobre as cócegas que nos fazem felizes. A felicidade vem de dentro e compartilhamos, é exatamente isso 🙂 Abraços para você!

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      1. Não sei sua idade, Nicole. Mas, eu lhe diria o seguinte, citando Heráclito: ” o mesmo homem não banha duas vezes no mesmo rio”. Tenho experiência de boas e duradouras amizades, mas, pouquíssimas construídas na adolescência (apenas duas na verdade)…. Nesta fase da vida ainda estamos em formação total de identidade e personalidade e tendemos a acreditar que os “colegas” são amigos e que as “paixões”, são amores… Então, na medida que amadurecemos e nossas escolhas e também dos colegas e paixões se tornam inevitáveis, as relações necessariamente, esfriarão pela distância espacial ou temporal, em nome das prioridades que surgirão. Ex: nesta pandemia, formamos um grupo de whatsapp de amigos de minha época de frade e seminarista. Tem gente que não vejo há mais de 20 anos. Decidimos fazer uma live ás sextas á noite para um bate papo e formação filosófica e teológica. No meio tem padres, freis, casados, separados, professores, empresários, e, por aí, vai. Depois de três sextas seguidas de um reencontro muito bacana, minha esposa sábado me disse que não dá conta de ficar com meu filho toda sexta à noite de 8h as 23h. Ou seja, eu terei que sair mais cedo ou alternar uma sexta sim outra não. Escolher é renunciar diante da água que e do homem que jamais serão os mesmos…

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      2. Sim, toda escolha é uma renúncia. Sua história de vida é muito interessante e imagino como esses reencontros devem ser ricos! Tantas histórias e caminhos diferentes entre vocês!

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  10. isto tudo para dizer-lhe que terei que fazer uma escolha: qual é a prioridade do momento? Minha família, especialmente, meu filho de dois anos… Os amigos terão que esperar mais um pouco. Até quando?

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    1. A priorização dos filhos acredito que seja até mais compreensível. Meu ponto é em relação à colocar as relações românticas em primeiro plano. Mesmo sem filhos, sinto que a maioria dos casais tendem a se afastarem das outras relações e a priorizarem a vida a dois. Devaneios… 🙂

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  11. Bruno Morais

    O outro é difícil porque ele me deixa frente a frente comigo, e uma consequência dessa situação pode ser o ciúme, que pode ser natural. E deve ser elaborado de uma forma que sua insegurança causal seja exposta de forma segura e aprazível em seus dividendos, creio. Nada como poder e conseguir ser sincero com o seu sentimento originário; e ser sincero com alguém, ainda mais se for seu par. 😀

    Achei que descorreu como um desabafo belo esse seu texto, um grito organizado da sua essência e experiência. No fim como sempre, ao te ler, me veio sentimentos primaveris.

    “Eu me vejo velhinha morando tipo numa comunidade com alguns amigos e parte da família, todos juntos.” Tem coisas que a gente espera da vida, mesmo que de forma tímida, um esboço como esse é ideal para mim também. Que sonho, que sonho.

    Um ótimo final de semana Nicole!

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    1. “Nada como poder ser sincero com seu sentimento originário”. Tá aí um negócio difícil, hein… até porque é meio difícil separar o que somos do que sentimos ou do que esperamos. Relações são complexas, não importa qual tipo é. Ótimo final de semana também! 🙂🌻

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  12. Eu amei a ideia da comunidade 💕
    Mas eu te entendo, mesmo as relações que não começam assim logo de cara, em algum momento inevitavelmente acabam chegando lá.
    É realmente muito triste, não gosto que seja assim, mas ao mesmo tempo, será que seria possível ser diferente?
    Eu acho difícil de chegar a uma conclusão, por que minha mente entra num paradoxo completo quanto a esses assunto do coração rs. Ao mesmo tempo que sou uma pessoa bastante romântica, não consigo deixar de ser racional. E é isso que me causa estranheza nas relações amorosas em geral, pois a impressão que tenho é que as pessoas ignoram muitas considerações importantes na hora de tomar decisões, porque por algum motivo alguém criou um muro entre a razão e a emoção e o mundo simplesmente seguiu isso. Quantas vezes você já não ouviu alguém perguntando “ah, mas você é mais racional ou mais sentimental?”. Para mim isso não existe, para mim a grande beleza do ser humano (aliás, penso que é exatamente isso que nos torna humanos) está justamente em podermos usufruir dos mais lindos frutos da emoção usando a razão (faz sentido?). Meio que aproveitar o conjunto em seu todo, entende?
    Mas o fato é que, uns mais, outros menos, mas todos os que conheço seguem essa hierarquia.
    Nunca me casei, mas não consigo me imaginar mudando tudo isso que penso por causa de um amor. Vivi 25 anos sem este tal grande amor e aí, amanhã ele aparece e eu coloco tudo o que fui até hoje em segundo plano? Não consigo imaginar…
    Penso que se for para viver uma relação, que seja para aumentar e não diminuir. Espero nunca me contradizer, mas a vida é uma caixinha de surpresas. Por enquanto sigo firme e forte tentando sempre encontrar o equilíbrio entre a emoção e a razão.
    Desculpe a viagem, eu divago bastante nestes assuntos rs.

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    1. Gabi, você estava sumida!! Tá tudo bem com você? Também sou romântica, mas bastante racional. Acredito que as pessoas estranham quando nós, mulheres, também somos boas com o raciocínio. Não deixa de ser uma imposição para que nós sejamos passivas e como se fosse óbvio nós abrirmos mão do que acreditamos por causa de uma outra pessoa.

      E é realmente difícil ver uma outra solução, estamos tão misturados em regras sociais impostas que muitas vezes não conseguimos escapar. É quase um ato de resistência! Várias vezes já me vi abrindo mão de amigos por causa de namorado e nem percebia que estava fazendo isso.

      Agora tento equilibrar quando aparecem situações de escolhas, mas não é nada fácil! Também adoro viajar nesses temas. Beijos 💜

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      1. Estou bem sim 🙂
        Confesso que nessa última semana eu estava um pouco desanimada, mas já passou haha
        Mas é isso, acho que a solução é continuarmos sempre buscando esse equilíbrio entre as coisas 💕

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