Atire a primeira pedra quem nunca sofreu

Separações, lutos, frustrações, doenças. Em maior ou menor grau, uma coisa é certa: Todo mundo já teve um momento de dor. Se ainda não teve, uma hora vai chegar. É aquela conversa sobre nada ser para sempre: nem a tristeza nem a felicidade.

“Isso também passa”. Dizem que Chico Xavier tinha essa mensagem perto da sua cama. No meio de euforias de alegrias, acontece alguma perda triste. No meio do momento de angústia, aparece uma luz. A vida é feita de ciclos e ninguém escapa.

De alguma forma, isso traz algum conforto. Costumo ser muito alegre, mas também já vivi meus momentos íntimos de dor. Na minha memória vem a partida de uma madrinha por causa do câncer, meu avô internado, a prova que me matei de estudar e não passei. Por aí vai.

É um fio de lã quando paramos para recordar. Por vezes, a diferença entre cada um de nós está no tempo necessário para passar pelo estado de sofrimento. Cada um tem seu tempo. Se alguns conseguem superar os maus bocados em semanas, outros demandam anos para reaprender a seguir em frente.

O ruim, no caso do mergulho duradouro no sofrimento, é levar esse marco como algo definitivo na vida. Não conseguir olhar por outra perspectiva e não enxergar saída. Aí a importância de pedir ajuda. Nem sempre conseguiremos dar conta de tudo sozinhos.

Ao reencontrar cores no próprio jardim, novas portas aparecem, sorrisos são notados e trocados, mudanças chegam. O ser humano tem potencial. Mesmo no atual momento de incertezas, tanta gente está se reinventando. Sempre haverá sol após as tempestades.

O que você diria para alguém que está passando por um momento de sofrimento?

Foto autoral. Horta hidropônica / São Francisco do Pará, 2020.

54 comentários sobre “Atire a primeira pedra quem nunca sofreu

  1. moçacombrincodepérola

    Estou passando por isso nesse momento. Duas famílias que estão nos cuidados paliativos de doia amigos. Uma amiga idosa e um amigo muito jovem, ambos câncer. Tenho tentando encontrar um consolo verdadeiro. Busco sempre no fundo do peito. Não é fácil.

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  2. As dores,perdas machucam sim mas sei também que na vida não existe a tal da felicidade que vem e fica…a vida e feita de momentos sejam eles bons ou ruins,alegres ou tristes..tudo e passageiro…felicidade são momentos,essa é minha opinião humilde.. e saibamos aprecia las e guarda las no coração e não nos esqueçamos de nos apegar sempre c Deus nosso Pai…ele nos dá forças,conforto da alma!!
    Parabens Nicole pelo tema..Bom dia
    Bjs🌼🌻🌷

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  3. VEM comigo!

    Adorei o texto, Nicole. Hoje falaste da vida com profundidade e isso é muito bonito, porque todos nós passamos pela experiência da dor…
    É próprio do ser humano viver as suas angústias e, no fim extrair algo de bom delas. São as imperfeições que temos que aprender a lidar melhor.

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    1. Hudson José Capanema

      A long time ago, em alguma série do ginasial (isso mesmo, ginasial), meu professor de português, irritado com o comportamento da turma, sapecou a seguinte redação: “a dor e a alegria moram em quartos contíguos; não rias alto, não vás a dor acordar”.
      Por mais que que busquemos sempre a alegria, os momentos de sofrimentos são inevitáveis! E temos que saber lidar e aprender com eles! Eu já perdi pai, irmãs, muitas pessoas queridas e passei por muitos perrengues, mas tive muito mais momentos felizes!
      Acredite, tenha fé, tudo passa

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      1. Que lindo, Hudson! Acredito que sou parecida com você é costumo direcionar meu foco para as coisas boas. Sofro quando preciso, porque tem vezes que precisamos, mas não fico nesse lugar por muito tempo. Sábio seu professor! E te tanto que você não esqueceu!

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  4. Há o princípio budista da impermanência. É a mutabilidade constante de todas as coisas, nas físicas como nas abstratas. Para entender não satisfaz somente a filosofia, embora esta também ajude. Isso exige também uma introspecção, o tempo de parar e observar o fluxo da mudança em nós mesmos, reparando que a mudança da dor para a alegria é a mesma que transcorre na biologia do nosso corpo e em toda a matéria em toda parte. A regra do mundo é a mutação. Não há alegria que não se dissolva nem dor que seja perene. Porém o tempo da compreensão dessas coisas pode ser o mesmo de uma vida. É necessário ter resiliência para lidar com o que não conseguimos compreender.

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    1. Amei essa frase, Matheus: “Não há alegria que não se dissolva nem dor que seja perene”. Está aí um motivo para não se apegar ao sofrimento nem à felicidade. A vida é um fluxo de vem e vai. Ninguém controla nada. E, claro, saber a teoria não quer dizer que seja fácil na prática. Mas dá certo conforto nos momentos de angústia. Obrigada! Adorei a mensagem que você passou!

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  5. Acho que é importante se permitir sentir o que quer que o coração precise sentir. Mas lembrar do caminho de volta é tão importante quanto.
    Eu continuo no aprendizado, às vezes tropeço, mas faz parte 🙂 🌸

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  6. mariogordilho

    Legal sua reflexão de hoje, Nicole. É isso mesmo, não há mal, nem alegria, que dure eternamente. Vivemos nessa gangorra de experiências, buscando sempre um equilíbrio. Mais importante nisso é saber lidar com as dores e com as alegrias, não deixar que elas nos moldem, mas sim controlar a nossa reação frente a elas. Pois a dor pode te derrubar, mas a alegria pode te ofuscar todo o resto a sua volta. Não há equilíbrio nos extremos, nunca. A dor, ou uma alegria momentânea, não define quem somos, mas sim o modo como reagimos a ela. Assim como você, costumo ser bem alegre em todas as situações, e ultimamente tenho aprendido a agradecer até pelo que, aparentemente, seria algo ruim, uma dor. Como dizia Vinicius, é melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe. É mais fácil na teoria do que na prática, eu mesmo já fiz meu comentário-desabafo em outro post, mas já ter a consciência do teor da sua reflexão de hoje significa um grande passo rumo a um estado de equilíbrio mais constante.

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  7. Definitivamente, a vida é uma autentica montanha russa, de momentos e emoções. É um sentimento que afecta e passa, é um momento que acontece e desaparece.
    Somos autênticos passageiros numa carruagem que não espera, avança, nas nossas estações interiores, por vezes paramos um pouco nelas, mas o caminho é sempre em frente.
    Um abraço Nicole.

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  8. Sobre o que dizer para consolar.

    Meu pai morreu de complicações decorrentes de uma cirurgia no tratamento do câncer. Quando estávamos juntos, eu procurei ajudá-lo nos curativos, na locomoção, mas não encontrava algo que soasse realmente consolador para ser dito, nem queria desgastar o tempo curto (e, quando não se tem recursos, saturado de certas tensões) com consolos desonestos. Acabava apenas me fazendo disponível (o que p/ mim não era o suficiente, não ajudava minha própria aflição e aguçava a sensação de culpa pela incapacidade de “ser mais”, mas, ante os esforços internos que ele estava fazendo para por aquilo em perspectiva, achava o mais honesto e seguro a se fazer). Nunca sabemos que coisas estão surgindo e tentando ser resolvidas pela subjetividade de cada um. Tenho receio de que certos consolos se tornem pressões inadvertidas. Acho que deve ser aflitivo certos consolos quando partem de uma visão espiritual antagônica ou contraditória para o outro: o consolo de uma beata cristã conservadora ou carismática a um doente ateu, ou umbandista, por exemplo, deve gerar ruídos que não aliviariam, ou mesmo aumentariam o sofrimento, já que a maioria de nós, em nossos esforços espirituais ou intelectuais, talvez não estejamos nem perto da convicção ou da evolução necessária para um consolo não apenas honesto, mas eficaz. Isso sem contar a realidade material concreta na qual o doente experimenta suas dores. Não adianta eu dizer algo em que acredito, mas causa dúvidas e desconforto no outro num momento em que está lutando, desgastado, vulnerável, nem fazer o contrário sem, com isso, deixar de ser honesto.

    As vezes o silêncio que compartilha honestamente sua vontade de estar ali e a disposição de acolher, sem julgamentos, o que quer que venha a seguir, seja a melhor solução – deixe que o outro fale se ele quiser, ouça, ajude-o a expressar-se nos termos dele e acolha. Receptividade talvez console mais do que qualquer palavra que tenhamos a dizer (ou penso assim para eu mesmo me consolar de minha incapacidade de ser mais nesse sentido, não sei)

    Grato pela reflexão.

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    1. Antes de chegar no seu último parágrafo veio na minha cabeça: presença e silêncio às vezes bastam. E foi justamente sua conclusão. Principalmente hoje, que estamos tão conectados e ao mesmo tempo desconectados uns dos outros, estar disponível para simplesmente estar é o melhor acolhimento que o outro poderia receber.

      Estou adorando suas análises! Muito boas!

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  9. bom, continuo em uma batalha, entre tantas, que talvez seja a mais dura e última delas. no entanto, posso afirmar que a consciência do que está acontecendo, a preservação da mente tranquila e forte entre tantas coisas, te proporcionam novas possibilidades entre elas a de compreender que pode-se sim lutar de igual para igual com a doença. tem sido assim comigo. estou batalhando contra o câncer, até agora os exames de controle negativos, e isso não significa que esteja curado. ele é traiçoeiro, pode voltar a qualquer momento e ter essa consciência me dá mais força para batalhar, a ter disciplina na luta, e como ela é importante. e tão importante quanto são a fé, a família, os amigos, os desconhecidos que te ajudam, equipe médica (todos), e, repito, a consciência. sem ela, não adianta a ajuda dos outros. a gente tem que fazer por merecer. é o que faço. abraço. querida e cuide-se.

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    1. Envio muitas energias positivas pra você, Fernando! Assim como muitos outros, estou na torcida para esse negativo ser a cura. A consciência é o primeiro passo mesmo. Nossa mente controla nossa vida, talvez o grande desafio da caminhada seja justamente trazê-la para a calma e o presente. Siga firme!!! 🙏🏻🧡

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  10. Bruno Morais

    A vida é um acordo de riscos que assinamos sem saber e lidar com as frustrações da experiência é peleja, a gente sofre pra se conhecer e aprende a amar sofrendo até que o sofrimento descansa porque nossa atenção já tá voltada pra frente, não pra trás.

    Lutos personalizados, amores generalizados e sentimentos personalizados, seguimos! Abreijos Nicole.

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      1. Bruno Morais

        Ora pois muito bem colocado! O presente esse danado, sempre nos acompanhando, e a ele devemos serventia. 🙏🏾🥰

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  11. É…É complicado.Não sei se o signo ajuda,mas comigo os sentimentos custam a passar,e nem sei se passarão totalmente.Também sofro com a perda de uma pessoa queridíssima,mas,no momento também estou sofrendo com outra perda.Nesse caso essa outra pessoa está viva.Eu tenho lutado comigo mesma para me libertar dessa tristeza,nesse segundo caso,mas está difícil.Não sei se chegou a ser amizade,mas algumas mensagens que troquei com a pessoa me deixaram muito feliz.Não foi relação de amor,não.E como falei,nem sei se chegou a ser amizade,foram só algumas mensagens trocadas mas as mensagens da pessoa me deixavam bem.A pessoa não escrevia muito,em cada mensagem,e tinha vezes que tinha que me esforçar muito para entender o que queria dizer.Mas mesmo assim me fazia bem.Na última que essa pessoa respondeu,me deixou na dúvida do que queria dizer.Eu acho que não tive culpa,pelo menos não totalmente,pois a pessoa passava mais tempo do que eu passo,para responder e,quando respondeu,foi uma coisa tão pequena e me gerou uma dúvida se era pelo que tinha perguntado,ou se essa pessoa estava querendo dizer que não estava lembrando de mim.Pode parecer estranho,mas para mim foi assim.Então não acho que eu tenha tanta culpa,mas o tempo foi passando e fico cada vez mais achando que a pessoa estava respondendo o que tinha perguntado,mas que para mim não tinha ficado muito claro.Então,na época,eu escrevi até bastante,expliquei,mas não sei se posso ter sido meio grossa.Ou seja,eu sinto um pouco de culpa,mas não acho que tenha tanta culpa.Apareceu que aquela mensagem foi vista e a pessoa nunca mais retornou.Eu mandei mensagem depois pedindo desculpas mas não tive mais resposta e não mostrava que a pessoa tinha visto.Eu sei que a pessoa levava um tempo mas não sabia se era ansiedade minha ou se a pessoa não viu mesmo ou se viu e tem algum modo de ocultar se a pessoa viu.O problema é que me doi a lembrança das poucas mensagens da pessoa,que me fizeram bem e que parece que não vai ter mais.Não sei exatamente se a pessoa ficou chateada com aquela mensagem que mandei,é o que parece,e nem sei mesmo se decidiu não responder ou se nem lembra mais,ou é tudo junto.Já tem um tempo,não lembro se esse problema começou no ano passado ou nesse ano.E sofro também porque queria me libertar dessa tristeza e ainda não consegui.Ou seja,nem a pessoa retorna,nem estou conseguindo tirar essa chateação,tem horas que a lembranças das mensagens dessa pessoa vêm com mais força e fica mais chato.Desculpe,mas esse post seu tem tudo a ver com tudo isso que falei.Tenho esperança que alguma hora essa chateação irá acabar,ou com a resposta da pessoa,mas não está parecendo que vai ter,ou vou conseguir superar.Quanto à outra perda que falei primeiro,é uma perda sem nem suspeita de volta.

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      1. É,enquanto trocamos poucas mensagens,às vezes eu ficava na dúvida se tinha falado alguma coisa,de um modo que tivesse aborrecido,porque era só mensagem por Instagram e eu achava que poderia ter aborrecido,mas não tinha certeza.Eu me preocupo se falo de um modo chato,eu sou meio chata,principalmente com isso,admito.Por que às vezes a gente pode magoar sem perceber.E nessa época a pessoa respondia:”Relaxa”.No sentido que eu não me preocupasse.Mas na minha “fatídica” mensagem,depois da resposta da pessoa,que me deixou na dúvida,eu lembro que falei que não tinha entendido o que a pessoa tinha querido dizer,se a pessoa quis dizer que não lembrava de mim,eu a lembrei que tinha trocado algumas mensagens e tinha ficado feliz mas se o que a pessoa quis dizer foi a resposta para a pergunta que eu tinha feito,que eu também não sabia.Depois dessa vez,que eu me lembre,disse que estava triste.Eu não me lembro bem porque foram algumas mensagens que enviei à pessoa,depois dessa fatídica vez.Confesso que devo ter cometido erros,nessa comunicação toda.Quando enviei a fatídica mensagem,apareceu logo que a pessoa viu,sem nenhuma resposta.Depois,que enviei outras,não apareceu nem que viu.Eu acabava excluindo as mensagens que tinha enviado,eu não sei bem,acho que se a gente exclui a mensagem,a mensagem continua para a outra pessoa.Falo sobre a caixa de mensagem do Instagram,onde foram todas as mensagens minhas e da pessoa,que trocamos,desde o início.Admito que devo ter ficado com ansiedade para a resposta.E eu não sei se tem como a pessoa ver as mensagens sem mostrar que viu.O Instagram ainda tem coisas que não sei muito.Mas você falou uma coisa que acho que eu não perguntei para a pessoa que é o que aconteceu,por que não me respondeu mais.Isso eu acho que não perguntei.Eu acho que tive um modo egoísta ao contrário,não sei se tem nome isso,ou seja,já assumi que errei,tive culpa,estraguei a comunicação que estava ocorrendo.E não perguntei para a pessoa.Mas agora tenho medo de não ter resposta,como nas últimas vezes,desde a minha mensagem,ou de estar me rebaixando muito,enviando mais uma mensagem.Eu penso que mesmo que tenha excluído as mensagens que enviei,depois de um tempo que não vi nenhum sinal,nem de visto,se fosse para me responder,talvez já tivesse me respondido.Mas também não sei,eu não sei direito da vida da pessoa.Eu também acabo demorando para responder,algumas vezes,mas no meu caso eu sei que não é por mal,demoro mas respondo.Mas no caso da outra pessoa,o meu primeiro pensamento é se fiz algo que o outro não gostou.Espero que vc tenha entendido.É uma situação enrolada,mesmo.Parece assunto de adolescente mas já passei dessa fase,para mim não importa se essa pessoa tem alguém,nada,o que gostei foram das mensagens,da atenção,porque eu nem imaginava que teria toda a atenção que a pessoa me dispensou e por um tempinho foi bacana,da parte da pessoa.Lembro uma vez,eu estava tentando entender como funcionava o Instagram e essa pessoa me explicou uma parte que na época não sabia.E depois disso ainda trocamos mais algumas mensagens.Às vezes penso que também pode ter sido aquela coisa que durou o tempo que tinha que durar,que Deus faz o que é melhor,sabe?Não sei se é por aí.Mas vc falou uma coisa que não perguntei,sobre o que aconteceu.

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      2. Sinceramente,o que vc tem me falado tem me ajudado muito.Quanto a perguntar,eu não tinha pensado nisso!Eu ainda não tinha falado sobre isso,só tive vontade de falar agora,que seu blog tocou muito nesse assunto,para mim.Eu já tinha pensado em vários pontos dessa questão, e estava bem enrolada.Vc acendeu essa luz que ainda não tinha achado.Até já pensei que eu posso estar achando que fiz errado e da parte da pessoa pode nâo ter tido esse aborrecimento que achei.Daí vc estar super certa,de eu de procurar saber.Eu já tentei me perdoar mas ainda fico sentindo uma culpa,talvez o processo de me perdoar leve mais tempo.E outra coisa que vc falou e que estava esquecendo é o deixar ir.Não é só perdoar,tem que soltar também,né?

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      3. É aquele negócio,se fosse para a pessoa continuar me respondendo,é o que me deixaria melhor,nessa situação que te falei.Se não,gostaria de ficar sem essa sensação de perda,entende?Eu sei que pela lógica eu já poderia ter esquecido isso mas o problema é que ainda não e não estou sabendo como ficar livre disso.Para mim,não me parece uma coisa tão grave a ponto de ainda me chatear.Eu acho que para a pessoa nem deve ter sido nada.Mas não sei.De repente foi e eu não sei.

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      1. Eu ainda vou pensar mais sobre o que você falou.Estou na dúvida se faço ou não,não apenas por coragem mas também se é melhor deixar e seguir em frente.Apesar que pensei que se tive coragem de enviar mensagem depois para desculpa,enviar uma para ver se a pessoa quer voltar a conversar não seria difícil.Mas agora tem a questão da escolha.Procurar esquecer seria o mais fácil,o problema é conseguir esquecer.E não é por falta de outras coisas para pensar e me preocupar,não.No meio de tudo vem essa coisa pinicar,às vezes.Talvez fosse melhor tentar uma conversa.É,vou tentar escolher o que faço.Também corro o risco de não ter resposta ou de ter uma resposta que pode me chatear.

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