Sempre o Rio

Em uma das idas à minha linda terrinha, resolvi matar a saudade da praia. Morando em Brasília, sinto falta de água.

Cheguei, estendi a canga e fiquei olhando o mar. Uma senhora começa a puxar papo comigo e comentamos sobre o início de ano pesado no país, estávamos em 2019.

Ela diz que é budista e fala que começou o período de transformação. Também escutei isso. E aí outra moça atrás entra na conversa e diz que não é fácil se sentir em paz em todas as relações.

Mas que naquele momento precisaríamos buscar a harmonia. A senhora budista fala sobre a energia que tá dentro da gente. Me deu um cartão com um mantra budista que, segundo ela, faz a gente alcançar o que quer.

Guardei na bolsa.

Mergulhei, mergulhei, mergulhei.

Lavei a alma.

Mais tarde, pego um uber que puxa papo com a conclusão de que “precisamos fazer a nossa parte para ter um mundo melhor”.

Verdade, seu Carlos.

Existem muitos sábios por aí. E, mais do que nunca, o período continua de transformação.

Foto: Nicole Guimarães. Rio de Janeiro, Mureta da Urca.

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